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Represa gera energia solar


A Represa Billings em São Paulo, além de garantir o abastecimento de água para boa parte dos milhões de moradores das cidades em seu entorno é o maior reservatório da Região Metropolitana da cidade, passará a ter mais uma função: produzir energia elétrica com usinas de geração fotovoltaica flutuante. O projeto da Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) está na fase de pré-implantação e prevê cinco plantas com 9 mil placas, instaladas a uma distância entre 80 cm e 1,2 m do nível da água. A usina tem potencial de gerar 1 Megawatt, correspondente ao abastecimento de quase de 1500 residências e uminvestimento é de R$ 25 milhões. “Essa geração de energia limpa pela matriz solar, além de diversificar o potencial energético de forma eficiente, corresponde à redução em CO2 equivalente emitido por 15,1 mil veículos/ano”, comemora Empresa Metropolitana de Águas e Energia, secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). “Ao investir dessa forma em parcerias com a iniciativa privada, estamos mostrando que o desafio do desenvolvimento sustentável está sendo enfrentado com medidas estruturantes em um ambiente de diálogo e segurança regulatória”, explica. A parceria entre a Emae e companhias privadas foi feita a partir do teste com uma usina piloto montada em 2020. O equipamento contava com 300 painéis fotovoltaicos instalados sobre flutuantes, ocupou uma superfície de 1 mil metros quadrados, e como a resposta superou a expectativa, a empresa seguiu em frente com a instalação do projeto definitivo. A estimativa era a de uma geração diária de 351,6 kWh/dia, mas a estrutura superou a previsão em 7%. Foram, ao todo, 379,71 kWh/dia ou uma produção média mensal de 11.391 kWh/mês, o que seria suficiente para abastecer 75 residências no mesmo período. O investimento no projeto piloto foi de R$ 450 mil.

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